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No blog do Grupo Vila, confira textos sobre como lidar com o luto, histórias inspiradoras e muito mais.

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Orquesrtra Sinfônica do Rio Grande do Norte vive melhor momento com patrocinadores consolidados 

Maior símbolo da música clássica potiguar desde 1976, a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte (OSRN) respira bons ares. O momento é evidente há pelo menos quatro anos após o ingresso do primeiro patrocinador do grupo, o cemitério e crematório Morada da Paz, padrinho oficial dos concertos do projeto Quartas Clássicas, realizados gratuitamente no Teatro Riachuelo.

Expoente no cenário musical, a OSRN conta com 60 músicos, entre efetivos e temporários, responsáveis por também abraçarem a causa junto do público que a assiste e dos demais patrocinadores: Governo do Estado, Cosern, Prefeitura do Natal, Unimed e, mais recente, o CEI Mirassol.
Sob o comando do maestro Linus Lerner, a filarmônica promete continuar atraindo a admiração do público, em recitais cada vez mais atrativos e ousados, apostando na participação de convidados internacionais.

Repórter: Como está a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte?

Linus: Estamos passando por tempos bons, fazendo concertos cada vez mais belos, como o que fizemos no de Elino Julião, dentro do projeto Morada da Memória, do Morada da Paz.

Repórter: Qual o segredo para a longevidade da OSRN?

Linus: Posso dizer que são vários motivos, dentre eles o público, a qualidade dos concertos, a beleza dos shows e a escolha assertiva do repertório, que é responsável por emocionar os expectadores.

Repórter: Há alguns anos, a orquestra chegou a passar por dificuldades que levou o grupo a cogitar o encerramento das atividades. O patrocínio foi importante para reverter a crise?

Linus: A burocracia do Estado quase fez com que ela [a OSRN] morresse justamente na época em que eu estava assumindo a regência em 2012. Mas, graças ao trabalho incansável de todos, conseguimos reerguê-la. Na época, tivemos o privilégio de conseguir o nosso primeiro patrocinador, indispensável até os dias de hoje, que foi o Morada da Paz, com a sua filosofia de preservar a memória, tendo em vista que a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte é patrimônio cultural e tem que ser preservada.

Repórter: Qual foi o primeiro trabalho realizado com patrocínio?

Linus: Foi a gravação do CD do maestro potiguar Tonheca Dantas [Antônio Pedro Dantas] para o projeto Tonheca Dantas: o Maestro dos Sertões, em que o lançamento contou com um concerto especial, patrocinado pelo Morada da Paz. Foi maravilhoso. Por isso que eu digo que o primeiro patrocínio foi fundamental para a continuidade da orquestra.

Repórter: Quais são as expectativas da OSRN para o segundo semestre deste ano?

Linus: Continuar a fazer espetáculos, encantando as pessoas por onde a gente passar, seja nos concertos tradicionais ou no projeto Quartas Clássicas, trazendo convidados nacionais e internacionais.

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